15 agosto, 2011

É um medo. As palavras saem frias, e, são mencionadas com um soletrar rasgado. São impotentes, são lentas, são coerentes mas, eu, sinto-as. Sinto aquele nó, quando uma imagem tua me avista os olhos. Num instante estás cá, num instante estás lá. Nunca paras para um suspiro. Como um pássaro de galho em galho, assim tu és. Entregas-te, e, não pensas na prolongação da ferida que abriste. Envolves-te com tamanha entrega. Sais com um sorriso e, por vezes, és capaz de gritar ao mundo que estás novamente bem; em que, « nada de mais », aconteceu. Não paras, não reflectes. É-te banal e, não sentes.
É o medo de voltar a pisar a mesma pegada. É o meu medo.

8 comentários:

bruna andresa disse...

é uma grande verdade sem dúvida.. e se todas fossemos assim nenhuma de nós teria o coração partido

- Tita * disse...

* concordo

- Tita * disse...

são medos (...)

b é ☼ disse...

obrigada (:
concordo plenamente !

Elsa Ferreira disse...

Como é sentido isso, as palavras são muito boas mesmo, parabéns ;)

silvia disse...

obrigada querida *

• Um excerto disse...

tambem concordo , tou ansiosa pra comprar umas o:

• Um excerto disse...

pois vai xb , sao lindas