31 julho, 2018

Foi libertador todos estes meses de desapego. Aceitar que tudo tinha que ser como era, que eu já não pertencia a pessoas nem tão pouco essas mesmas a mim. Reflorescer o meu velho eu - à qual eu sempre pertenci. Desapegar-me e enriquecer-me. É tempo de (re)começar do zero. São 18:59 e tudo está nos seus devidos lugares. O coração, a alma, e o eu.