30 dezembro, 2017

Na véspera do último dia do ano... ainda estás por aqui. Por aqui a morrer aos pedaços, e a renasceres cada vez que te revejo. São tantas as vezes. Hoje, e sem ser particulares, ouvi-te, Ouvi-te sem me ouvires. Vi-te sem me veres. Estive onde não quiseste estar, mas senti-te. Quebras o silêncio quando deitas a cabeça e sentes o meu perfume pela casa. Eu respiro-te, cada vez que te sinto em cada canto, em cada detalhe, em cada voz, em cada lugar.