16 outubro, 2015

É isso, eu acredito que nada é por acaso. Que tudo tem uma razão de ser, e que o que estiver para ser será. Independentemente se for algo bom ou não. Acredito que somos nós que fazemos o nosso próprio caminho, e que toda a queda será sinónimo de força, de mais garra e determinação. Mas, eu nem sempre sei pensar assim. Não sou o melhor exemplo para ninguém seguir, muito menos para alguém olhar para mim e pensar: “Um dia, lutarei como ela. Um dia, conseguirei como ela!” – Não! Nada disso. Sou impaciente. Extremamente impaciente, e muitas vezes ultrapasso o senso do limite. Exijo sempre a simplicidade de tudo, sem rodeios, sem meios termos. Ou sim ou nada. Ou oito ou oitenta. Não sei acordar satisfeita. Durante aqueles minutos – entre o acordar e adormecer de novo -, preciso procurar uma razão, um sentido, seja ele qual for. Então aí, eu descanso. Sei sonhar. E sonhar bem alto. Também sei acabar com sonhos, e acreditar que jamais voltarão a luzir dentro de mim. E funciona. Tenho pena de não saber lutar pelas coisas e pelas pessoas. Tenho pena de, à primeira tentativa falhada, desistir com medos e receios. É isso mesmo. Guardo memórias felizes e infelizes, e faço questão de elas terem um lugarzinho bem definido. Há quem diga que eu só vivo de memórias (e imagináveis). E eu... não sei porquê. Não sei não sentir. Não sei fingir.

3 comentários:

Inês Silva disse...

adoro este texto!

www.pinkie-love-forever.blogspot.com

Andreia Morais disse...

Adorei o texto!
Também acredito nisso.

Andreia Morais disse...

r: Também é verdade!
Obrigada e igualmente*