08 fevereiro, 2016

O chão que piso muitas vezes me foi (re)tirado. Todos os dias, antes de adormecer, as promessas eram abençoadas e rememoradas. Senti grandes apertos cá dentro, chorei agarrada aos pequenos detalhes, que eram enormes naquele momento. Afoguei-me, muitas vezes, em mim. Os arco-íris eram uma forma de encontrar a cor que faltara. Sorri para complementar reticências. Arrisquei pouco naquilo que, hoje, podia ser muito. A transparência era visível. A inocência não seria desculpa. As horas pesavam nos momentos, e eu carregava-os. Cá dentro, havia força, determinação, fracasso e aflição. Todas as promessas seriam cumpridas, todos os erros emendados, e no amanhã, o sol nasceria e seria um novo dia. - assim queria. Não tenho noção de quantas vezes renasci.

6 comentários:

Catarina D. disse...

Está do melhor, adorei

Ísis disse...

Cada tens que escreves é melhor do que outro. Adoro querida.

r: Difícil porquê querida?

Cláudia S. Reis disse...

Talvez o melhor que nos aconteça seja poder renascer. As vezes que forem necessárias!

Ísis disse...

*cada texto


Só agora reparei que não escrevi direito. Desculpa


r: Para me seguires podes fazer assim : na área de utilizador, antes de clicares em novo post, do teu lado esquerdo tens uma coluna em que, no topo, di "lista de leitura", clicas em adicionar e ao aparecer uma janela, colocas este url: http://riseabovethiss.blogspot.com/

Só isso :) Espero que não tenha sido confusa a minha explicação.

Ísis disse...

r: Obrigada eu por me seguires.

Simple Girl disse...

Ás vezes o melhor mesmo é esperar por um novo dia e renascer!